Bolo Lampião e Maria Bonita recebe os sabores típicos do Brasil

Levar à mesa apetitosos bolos em sintonia com tendências autorais que agregam contemporaneidade aos conhecidos ingredientes requer maestria na preparação de receitas repletas de ineditismo que expressam no gosto, aroma e visual os prazeres proporcionados pela alimentação.

Em Teresina (PI), uma advogada e pedagoga por formação viu na confeitaria um campo fértil para explorar seu potencial inovador, ao mesmo tempo, colocar em prática o apreço pela gastronomia.

A história de Giselle Couto é envolta ao amor pela família e nos desafios inventivos presentes na alquimia dos sabores.

A idealizadora do ateliê Bolo da Gi sabe fazer da matéria-prima deliciosas proezas que conquistam os mais diversos paladares. A complexidade dos detalhes faz com que cada produto artesanal atinja sua plenitude, ação que se emancipa da uniformidade e alcança frequentemente os traços autorais.

O portfólio do empreendimento gastronômico possui dos tradicionais bolos, aos clássicos naked cakes, além do famoso Lampião e Maria Bonita, invenção que surgiu na cozinha de Giselle e ganhou os holofotes da imprensa local, além de constante visibilidade nas redes sociais.

“A ideia surgiu porque eu pensei em um bolo que fosse uma referência para nós nordestinos/brasileiros e que também fosse um contraponto ao bolo Romeu e Julieta”, contou.

A sobremesa pernambucana Cartola, feita com banana, queijo e canela serviu de inspiração para contribuição de Giselle ao proeminente cardápio nordestino.

“Pesquisei na internet bolos com o nome Lampião e Maria Bonita, mas só encontrei bolos decorados com bonecos do casal. Pensei então que poderia servir de referência e representar o nordeste. Diante disso, fui pensar na receita, depois de algumas tentativas ficou pronta”, completou.

A icônica criação do ateliê Bolo da Gi é feita de farinha de pão ou farinha de rosca, açúcar cristal e mascavo, canela, banana, ovos e óleo. Recheado com requeijão, na cobertura calda de bananada derretida no fogo e uma camada generosa de queijo coalho.

O flerte com o ineditismo faz parte do diferencial da confeiteira, habilidade que vem com o talento na elaboração de delícias bem executadas, sempre utilizando ingredientes selecionados. Apresentação harmoniosa que oportuniza experiências sensoriais envolvendo a plenitude dos sentidos.

“Bulim” é a forma que os diversos tipos de bolos produzidos por Giselle são carinhosamente chamados por ela. Toda produção é repleta de dedicação ao litúrgico e perfeccionista processo artesanal.

“Um pedaço de mim que ofereço as pessoas, não é só um negócio, é o transbordamento da minha energia, do meu afeto, pois junto com meus bolos vai um pouco de mim, vai o bem mais precioso que temos na vida: o nosso tempo. Pois tudo que temos é o presente, o agora, e quando estou fazendo os bolos estou dedicando um pedaço da minha vida para meus clientes, por isso, que o nome é Bolo da Gi, feito com amor pra ti!”.

Contatos:

WhatsApp: (86) 99415-8079 – Instagram: @bolo.dagi  – Instagram: @gisellebcouto

Fonte: Deborah Veneziano – Página Mineira / Publieditorial

Fotos: Cedidas / Arquivo Pessoal

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